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  A REINVENÇÃO do sistema político-econômico-social vigente no país é algo que o governo tem condições de fazer ou só acontecerá através de um grande mutirão nacional?



 



 

O website do movimento “Global 360 Solutions” será inaugurado no dia 12 de agosto de 2010 (entrará no ar exatamente às 6 horas desse dia). O website dará, de forma bastante simples e sintética, as orientações para a participação nesse processo de engajamento mundial. No dia 18 de setembro, o movimento será lançado, de forma presencial, no auditório da Amana-Key, em São Paulo. Na ocasião, Oscar Motomura dará uma visão geral do movimento e promoverá um diálogo amplo sobre as sutilezas desse processo de mobilização global com todos os presentes. Favor confirmar presença enviando um e-mail para motomura@amana-key.com.br.

Escolha o horário: Turma 1: das 9 às 12 horas; Turma 2: das 15 às 18 horas.

 

Alguns dos grandes temas deste evento especial para apegeanos
(participe do design deste programa *)

  1. A Gestão do Futuro / O Futuro da Gestão
  2. Soluções Globais: “Equações Impossíveis” e novos conceitos da evolução do todo maior
  3. Senso de julgamento e sabedoria (decisão pelo espírito e não pela “letra” dos princípios)
  4. Os desafios humanos que afetarão significativamente o sucesso das organizações nos próximos anos
  5. Competência em “Design Estratégico” (o elo perdido da governança das organizações) e os novos papéis dos líderes

* Gostaria de colaborar no “design” deste evento especial?
Envie suas ideias e sugestões para o Oscar (motomura@amana-key.com.br) o quanto antes.

Oscar Motomura foi entrevistado por Inácia Soares na TV Horizonte de Minas Gerais. No programa, Motomura conversou também com empresários locais sobre inovação e liderança. Assista a entrevista na íntegra, dividido em 4 partes.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

O evento internacional foi um grande sucesso. Veja vídeo de três minutos com a palestrante, para saber mais sobre a inovadora tecnologia que ela apresenta neste evento.

O APG Middle tem trazido à mesa para discussão a importância do “líder que banca”. Todos nós fomos “bancados” por inúmeras pessoas ao nosso redor. Primeiro pela família, depois por professores especiais que viram em nós, crianças ingênuas, uma semente que precisava de suporte para germinar. Colegas de escolas, companheiros de esportes e, mais tarde, em nossa profissão, veteranos que acreditaram no brilho de nossos olhos, em nosso potencial. Pessoas que bancaram nossas ideias, mesmo quando elas ainda não estavam totalmente prontas, investiram seu tempo nos ajudando, ensinando, consolando, cuidando de nós das mais diferentes maneiras. Alguns mais prolixos, outros mais sucintos, outros ainda apenas com o olhar ou o sorriso. Todos eles arriscando seu prestígio, suas crenças, às vezes suas carreiras para nos ajudar. Pessoas que passaram por nossas vidas, muitas vezes discretamente, mas mudaram nossa trajetória.

Pensem no quanto esses “auxiliares” foram importantes na nossa formação como líderes. Agora, talvez, tenha chegado o momento de sermos esses “auxiliares”, bancando talentos pelo brilho do olhar, pela coerência dos gestos, pela pureza dos ideais, pela energia de seus corações. Jovens muito diferentes de nós, criados num mundo desenhado por nós, mas com outro jeito de olhá-lo, de vivenciá-lo, de enfrentá-lo e com outros sonhos. Bancar, hoje, pessoas muito diferentes de nós, assim como fomos bancados no passado: um grande desafio...

Agora, durante o APG Middle, investimos algum tempo na construção de um projeto individual para ser implementado pelo participante assim que voltar à sua organização (Amana-Ação). Ele deve concluir esse projeto em todos os detalhes para implementá-lo já no primeiro dia de seu retorno, materializando os insights ocorridos ao longo do programa.
Durante a construção do projeto, algumas questões básicas são respondidas: Qual o propósito do meu projeto? O que me motiva a implantá-lo? Como posso dar o melhor de mim à execução desse projeto? A quem ele vai servir, verdadeiramente? Como integrar pessoas e recursos na direção da implantação do meu PI? Como posso saber, continuamente, se ele está evoluindo positivamente?

A criação do Amana-Ação tem como base algumas premissas importantes:

  • Nada é impossível; o reino das possibilidades está em nossas mentes!
  • Mesmo que você só possa agir pequeno, pense grande!
  • A falta de recursos financeiros nunca foi obstáculo para os grandes empreendedores.
  • A base de um fazer acontecer profissional eficaz está no alinhamento entre o meu propósito, o propósito de minha organização e a aceitação do Universo.
  • Quando o propósito é coerente, surgirão aliados inesperados no processo de ação.
  • A ação é o único caminho para a transformação da realidade.

Que tal revisitar a sua lista de projetos e escolher um para começar já?

Boa sorte!  

 

No APG, Programa de Gestão Avançada da AMANA-KEY, colocamos as equações impossíveis no centro do processo de geração de inovações. Toda vez que estivermos diante de dificuldades e obstáculos, cabe ao líder criar a equação impossível que, se bem resolvida, fará a organização dar saltos de patamar.

Que tipo de equações impossíveis devem ser trazidas à mesa de diretoria em sua organização? Eis alguns exemplos:

  • Como continuar exportando cada vez mais, mesmo considerando que a taxa de câmbio continue a cair?
  • Como assegurar o plano de expansão num contexto de dificuldades e recursos escassos?
  • Como aproveitar as oportunidades emergentes apesar da escassez de talentos?
  • Como conquistar novos clientes considerando um número muito maior de concorrentes?
  • Como acertar apostas estratégicas num contexto de grandes incertezas?

Que tal criar junto com os principais executivos da sua organização as equações impossíveis que deveriam ser colocadas na mesa neste momento de grandes turbulências e transformações globais?

 

Crowdsourcing e risco de crédito

Desapontados com o fraco desempenho das agências de risco, como a Moodys e a Standard & Poors, durante a crise financeira, Jesper Andersen e Toby Segaran criaram o projeto Freerisk.org. Segundo os empreendedores, as agências convencionais têm as seguintes deficiências: falta de transparência, uso de conjuntos limitados de dados, dependência a poucos modelos de análise e, sobretudo, serem pagas pelas empresas que têm de avaliar - num evidente conflito de interesses. A solução deles foi criar as condições para que um verdadeiro exército de analistas voluntários pudesse compensar essas deficiências. O Freerisk.org arquiva dados das declarações prestadas por todas as empresas ao SEC, em formato XBRL, aos quais qualquer um pode adicionar informações desestruturadas, frequentemente escondidas em notas de rodapé dos demonstrativos.

Os usuários podem realizar análises por algoritmos padronizados como o Z-Score de Altman e o método de Piotroski e publicar os resultados no site. Além disso, as APIs (Interfaces de Programação de Aplicativos) abertas do site permitem que os usuários criem seus próprios modelos de avaliação de risco. Os fundadores esperam que essas novas ferramentas permitam não apenas uma avaliação independente da saúde financeira das empresas, mas também a identificação coletiva das condições sistêmicas de mercado que podem significar riscos específicos (como, por exemplo, a crise imobiliária afetou a AIG).

Para pensar

  • Que tal criar modelos e ferramentas de crowdsourcing/inovação aberta para capturar ideias inovadoras?
  • Você já pensou em realizar uma análise de riscos sob diferentes perspectivas, por diferentes agentes?
  • Existem situações de conflito de interesses que podem estar afetando a qualidade de avaliações da sua organização?